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	<title>Arquivos taxas &#8902; Blog | Riooito Incorporações</title>
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	<description>Notícias sobre o mercado imobiliário, lançamentos de empreendimentos, financiamento CAIXA, dicas de decoração e matérias sobre a Riooito. sobre a RIOOITO.</description>
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	<title>Arquivos taxas &#8902; Blog | Riooito Incorporações</title>
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		<title>Entenda como calcular a entrada para financiar um apartamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RIO8]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 18:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou mostrar como responder à pergunta “quanto preciso dar de entrada para financiar um apartamento?”, bem como quais outros custos estão envolvidos em um financiamento imobiliário. Continue a leitura e confira!</p>
<p>O post <a href="https://blog.riooito.com.br/quanto-preciso-para-dar-entrada-em-um-apartamento/">Entenda como calcular a entrada para financiar um apartamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.riooito.com.br">Blog | Riooito Incorporações</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Nem sempre é possível comprar um imóvel à vista. Nesse caso, a alternativa é fazer um financiamento imobiliário. Entretanto, além de avaliar se a prestação cabe no orçamento, também é preciso considerar o valor da entrada para financiar um apartamento, que varia de acordo com a <a href="http://blog.riooitoincorporacoes.com.br/calculo-de-renda-para-financiamento-de-imoveis/" target="_blank" rel="noopener">renda do comprador</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Entender como calcular esse valor é importante para ajudar a decidir o quanto economizar por mês para realizar o sonho da casa própria.</p>
<p>A seguir, vou mostrar como responder à pergunta “quanto preciso dar de entrada para financiar um apartamento?”, bem como quais outros custos estão envolvidos em um financiamento imobiliário. Continue a leitura e confira!</p>
<h2><strong>Entenda qual é o valor da entrada para financiar um apartamento</strong></h2>
<p>Via de regra, a entrada no apartamento é de 20% do valor do imóvel. Porém, algumas vezes, essa porcentagem varia conforme a renda familiar. Assim, após pagar a entrada, o restante pode ser financiado de forma parcelada.</p>
<p>Por exemplo, a renda mínima para financiar um imóvel de R$ 150 mil, é de R$ 30 mil (20%). Se o comprador tiver um subsídio de R$ 30 mil, significa que o valor que ele deverá desembolsar para a entrada será de R$ 10 mil.</p>
<p>Essa variação ocorre porque, com a implantação do programa <a href="http://blog.riooitoincorporacoes.com.br/programa-minha-casa-minha-vida/" target="_blank" rel="noopener">Minha Casa Minha Vida</a> (MCMV), houve uma classificação por renda para os limites de financiamento, subsídio do Governo e valores do imóvel.</p>
<p>O valor de entrada para um imóvel financiado pela Caixa Econômica Federal no Sistema Financeiro de Habitação é de 20%. O programa MCMV oferece um subsídio do Governo, que utiliza alguns critérios de classificação para &#8216;a entrada no caso do MCMV será a diferença entre o percentual de 20% exigido pelo banco sobre o preço do imóvel e a quantia referente ao subsídio do Governo, exceto na faixa 1, na qual a entrada não é necessária.</p>
<p>Por exemplo, para financiar um imóvel de R$ 140 mil, é preciso dar uma entrada de R$ 28 mil (20%). Se o comprador tiver um subsídio de R$ 20 mil, significa que o valor que ele deverá desembolsar para a entrada será de R$ 8 mil.</p>
<p>Já para quem não utiliza o programa, a entrada mínima é de 20% sobre o valor do financiamento, no caso de imóveis novos.</p>
<h2><strong>Aprenda como calcular quanto é preciso dar de entrada para financiar um apartamento</strong></h2>
<p>Como dissemos acima, o valor de entrada exigido muda conforme a renda familiar. E como essa quantia não pode exceder 30% do valor do imóvel ou da renda, os números finais são definidos a partir das finanças familiares declaradas.</p>
<p>Em relação aos financiamentos realizados pela Caixa Econômica Federal, o investimento mínimo também varia de acordo com o tipo do imóvel — as propriedades nunca habitadas, por exemplo, são submetidas a um cálculo diferente. Porém, no momento, considere apenas os imóveis usados.</p>
<p>Imagine um cliente, na faixa dos 30 anos, com, pelo menos, 3 anos de cadastro no FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que pretende comprar um apartamento de 64 m² no valor de R$ 185 mil.</p>
<p>Caso o indivíduo possua uma renda de R$ 2.600, os valores ficariam:</p>
<ul>
<li>entrada necessária: R$ 76.139,64;</li>
<li>valor da primeira parcela: R$ 779,99;</li>
<li>valor financiado: R$ 108.860,36;</li>
<li>taxa de juros: 5,11%.</li>
</ul>
<p>Para o caso do cliente possuir uma renda de R$ 3.500, os números seriam:</p>
<ul>
<li>entrada necessária: R$ 60.037,94;</li>
<li>valor da primeira parcela: R$ 1.049,99;</li>
<li>valor financiado: R$ 124.962,06;</li>
<li>taxa de juros: 6,69%.</li>
</ul>
<p>Na situação em que o interessado tem uma renda de R$ 4.500, as parcelas custariam:</p>
<ul>
<li>entrada necessária: R$ 63.387,34;</li>
<li>valor da primeira parcela: R$ 1.349,99;</li>
<li>valor financiado: R$ 141.612,66;</li>
<li>taxa de juros: 7,93%.</li>
</ul>
<p>Por fim, caso o comprador tenha uma renda de R$ 7.000, os valores seriam:</p>
<ul>
<li>entrada necessária: R$ 37.000;</li>
<li>valor da primeira parcela: R$ 1.409,15;</li>
<li>valor financiado: R$ 148.000;</li>
<li>taxa de juros: 7,93%.</li>
</ul>
<p>Vale destacar que é possível financiar um <a href="https://blog.riooito.com.br/investir-em-imovel-na-planta/" target="_blank" rel="noopener">imóvel na planta</a>. Além do valor de entrada exigido ser menor, ainda há grandes possibilidades de conseguir negociar esse custo com a construtora responsável pela obra. Outra possibilidade é a de <a href="https://blog.riooito.com.br/financiamento-entrada-parcelada/" target="_blank" rel="noopener">diluir esse valor em parcelas</a>, que podem ser pagas até a entrega das chaves.</p>
<h2><strong>Regras de uso do FGTS no pagamento da entrada</strong></h2>
<p>Como você pode notar nos exemplos acima, o cliente interessado tinha disponível 3 anos de seu FGTS. Ele foi citado na situação porque, caso não saiba, é possível utilizar os benefícios para quitar o valor de entrada do financiamento.</p>
<p>Contudo, existem alguns requisitos que devem ser cumpridos pelo interessado:</p>
<ul>
<li>ter trabalhado no mínimo 3 anos, consecutivos ou não, no mesmo emprego ou em qualquer outro sob o regime do benefício;</li>
<li>não ter financiamento atualizado no SFH (Sistema Financeiro de Habilitação);</li>
<li>não ter utilizado os recursos do FGTS no período de 3 anos;</li>
<li>não possuir imóveis na região onde vive ou trabalha.</li>
</ul>
<p>Caso esteja planejando utilizar o seu FGTS como entrada, não se esqueça de incluir na conta todas as taxas envolvidas na compra do imóvel. Se conseguir quitar todos esses valores com o benefício, o processo de compra — e os custos — ficarão um pouco mais simples.</p>
<h2><strong>Aplicação de um bem antigo para a entrada</strong></h2>
<p>Muitas pessoas não sabem, mas é possível oferecer um imóvel antigo de entrada. Basicamente, esse processo é como uma troca, em que o dono da casa mais cara recebe a diferença em dinheiro — mas não se preocupe, porque a diferença pode ser financiada.</p>
<p>Essa escolha pode reduzir os <a href="https://blog.riooito.com.br/taxa-de-juros-de-financiamento/" target="_blank" rel="noopener">juros do financiamento</a> ou mesmo a tributação, pois, nesses casos, a lei prevê regras diferenciadas. Por exemplo, se os valores dos dois imóveis são iguais, você não precisa pagar imposto sobre a transação, o que a torna muito interessante.</p>
<h2><strong>Saiba quais valores estão envolvidos em um financiamento imobiliário</strong></h2>
<p>Para fazer um <a href="http://blog.riooitoincorporacoes.com.br/financiamento-de-imoveis/" target="_blank" rel="noopener">financiamento imobiliário</a>, é preciso avaliar outros valores importantes que envolvem esse processo. Afinal, serão longos anos de prestações — e quanto menor elas forem, melhor.</p>
<p><strong>Parcelas do financiamento</strong></p>
<p>Os valores das prestações são definidos conforme o tipo de financiamento escolhido e o montante pago na entrada.</p>
<p>Existem duas formas de reajuste das prestações. A primeira é com base na Tabela SAC, em que as parcelas começam com um valor maior e reduz ao longo dos anos.</p>
<p>Já a segunda corresponde à Tabela Price, em que os valores das prestações são constantes ao longo dos anos. Ou seja, o valor da primeira prestação será o mesmo que o da última.</p>
<p><strong>Taxas de juros</strong></p>
<p>Outro fator que interfere no valor do financiamento é a taxa de juros, que sofre variações de acordo com o momento econômico. Por isso, quando a taxa está muito alta, o impacto sobre o financiamento tende a ser maior, pois essa é uma dívida de longa duração.</p>
<p>Além de acompanhar as notícias sobre a economia para se atualizar sobre a evolução dos juros, o ideal é pesquisar, entre as diversas instituições financeiras, as que oferecem o menor percentual na hora de fazer o financiamento.</p>
<p><strong>Taxas administrativas</strong></p>
<p>Existem outras taxas que são cobradas pelo banco ao fazer um financiamento imobiliário. Por isso, esse é mais um fator que pode encarecer o valor da prestação. Entre as cobranças efetuadas, estão:</p>
<ul>
<li>taxa de avaliação de crédito;</li>
<li>seguros;</li>
<li>taxa de serviços administrativos;</li>
<li>taxa de avaliação do imóvel.</li>
</ul>
<p>Dessa forma, vale a pena avaliar quanto cada instituição cobra por esses serviços. Além disso, há instituições bancárias que oferecem os seguros habitacionais com diferentes seguradoras, o que significa alteração no preço da prestação.</p>
<h2>Passo a passo de como usar o FGTS na entrada do imóvel</h2>
<p>Sua dúvida à pergunta “quanto preciso dar de entrada para financiar um apartamento?” foi respondida? Então, chegou a hora de partir para a parte prática e definir de onde você retirará o valor necessário para isso. Uma opção muito interessante é usar o FGTS, mas você precisa saber como fazer isso. Continue lendo e descubra.</p>
<h3>Confira se você cumpre os requisitos</h3>
<p>O primeiro passo para quem deseja usar o FGTS na entrada do imóvel é conferir se você cumpre todos os requisitos, dos quais já falamos acima. Por ser um trâmite muito comum no <a href="https://blog.riooito.com.br/investir-no-mercado-imobiliario/" target="_blank" rel="noopener">mercado imobiliário</a> brasileiro, essa não é uma tarefa das mais complexas, especialmente se você contar com ajuda especializada na hora de fazer tal verificação.</p>
<p>Alguns são mais simples, como o fato de ter trabalhado pelo menos 3 anos sob o regime de carteira assinada e não ser proprietário de outra propriedade financiada pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). No entanto, você precisa se lembrar que a unidade a ser comprada precisa ficar na mesma cidade em que você deseja morar ou trabalhar.</p>
<h3>Consulte o saldo atual do seu FGTS</h3>
<p>Caso você cumpra os requisitos, você poderá finalmente sacar o seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Para saber se o valor é suficiente para cobrir a <a href="https://blog.riooito.com.br/entrada-para-financiar-um-apartamento/" target="_blank" rel="noopener">entrada</a>, parcial ou totalmente, você deve consultar o saldo. Com a popularização da internet, tal etapa ficou muito mais simples, podendo ser feita até mesmo do celular.</p>
<p>Como você já deve saber, é a Caixa Econômica Federal que gerencia as contas de FGTS no Brasil. Portanto, você deverá acessar o site oficial do banco, informar o número do seu NIS ou CPF e clicar em “cadastrar senha”. Outras alternativas para isso são o aplicativo da CEF e o envio de mensagens via SMS, que também demandam um cadastramento.</p>
<h3>Reúna toda a documentação necessária</h3>
<p>Você já sabe que pode usar o FGTS e viu quanto há no seu saldo. Para solicitar a retirada, você precisa separar toda a documentação comprobatória, para entregar na sua agência da Caixa Econômica Federal ou no Correspondente Caixa Aqui mais próximo de você. A lista não é muito grande e nem apresenta maiores desafios.</p>
<p>Você deve levar seu documento oficial de identificação, o extrato da conta vinculada ao FGTS, sua Carteira de Trabalho comprovando o tempo sob o regime de carteira assinada e a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRP, seu e de eventuais cônjuges. Para trabalhadores autônomos, serve a declaração do órgão gestor ou sindicato.</p>
<h3>Saque o dinheiro e invista no seu sonho</h3>
<p>Pronto! Se você chegou até aqui, a Caixa Econômica Federal avaliou toda a documentação e aprovou o saque do valor disponível de seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, chegou a hora de <a href="https://blog.riooito.com.br/investir-em-imoveis-2/" target="_blank" rel="noopener">investir</a> no seu sonho. Abater uma boa parte da entrada já ajuda a diminuir o saldo devedor e diminui consideravelmente o preço das prestações.</p>
<p>Lembre-se que, por ser um passo importante na vida familiar, o cuidado deve ser redobrado. Especialmente se você não tem muita experiência no mercado imobiliário, é sempre uma boa ideia dar preferência para empresas de grande porte e maior credibilidade, como uma boa incorporadora, para garantir que você esteja fazendo um excelente negócio!</p>
<p>Como vimos, além de verificar se as prestações cabem no orçamento, é necessário saber responder à pergunta “quanto preciso dar de entrada para financiar um apartamento?”. Dessa forma, será possível fazer um planejamento financeiro eficiente e colher todos os benefícios que os investimentos no setor imobiliário podem proporcionar.</p>
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