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	<title>Arquivos dicasdoblog &#8902; Blog | Riooito Incorporações</title>
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	<description>Notícias sobre o mercado imobiliário, lançamentos de empreendimentos, financiamento CAIXA, dicas de decoração e matérias sobre a Riooito. sobre a RIOOITO.</description>
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	<title>Arquivos dicasdoblog &#8902; Blog | Riooito Incorporações</title>
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		<title>Conheça 5 práticas sustentáveis do Cenário da Montanha e porque podemos comemorar esse dia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[RIO8]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 17:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em setembro comemoramos o Dia da Árvore, data que traz uma reflexão muito importante: qual o nosso papel nessa missão de proteger o meio ambiente? É justamente por isso que a sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) está cada vez mais em evidência nas redes sociais e na imprensa. O termo em inglês diz respeito às iniciativas ambientais, sociais e de governança corporativa que devem ser consideradas pelas empresas. Ou seja, são as boas práticas adotadas pelas companhias para preservar o meio ambiente e os seres humanos...</p>
<p>O post <a href="https://blog.riooito.com.br/conheca-5-praticas-sustentaveis-do-cenario-da-montanha-e-porque-podemos-comemorar-esse-dia/">Conheça 5 práticas sustentáveis do Cenário da Montanha e porque podemos comemorar esse dia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.riooito.com.br">Blog | Riooito Incorporações</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro comemoramos o Dia da Árvore, data que traz uma reflexão muito importante: qual o nosso papel nessa missão de proteger o meio ambiente? É justamente por isso que a sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) está cada vez mais em evidência nas redes sociais e na imprensa. O termo em inglês diz respeito às iniciativas ambientais, sociais e de governança corporativa que devem ser consideradas pelas empresas. Ou seja, são as boas práticas adotadas pelas companhias para preservar o meio ambiente e os seres humanos.</p>
<p>A Rio8 é muito engajada nesta causa e o Cenário da Montanha, empreendimento em Itaipava, na Região Serrana, é uma grande prova do compromisso da empresa. Além de ser um residencial pelo segmento econômico que oferece lazer completo e segurança, o projeto é conhecido pelas iniciativas de preservação. Para você ficar por dentro do assunto, <strong>conheça 5 práticas sustentáveis do Cenário da Montanha:</strong></p>
<p><strong>1 &#8211; Projeto em três fases</strong></p>
<p>Julio Marchiori, engenheiro florestal e consultor Ambiental da Rio8, explica que o projeto de sustentabilidade do Cenário da Montanha englobou três fases: recuperação de toda a área, cultivo de alimentos para atender a demanda do condomínio e, consequentemente, a produção de um ambiente ecológico que favoreça a chegada de espécies de pássaros. Tudo isso é possível graças ao sistema sintrópico. Os moradores <span id="OBJ_PREFIX_DWT243_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span>ão, por exemplo, uma horta à disposição para plantar e colher verduras e legumes sempre fresquinhos. A ação é também uma forma de incentivar as crianças ao “plantar” a sementinha da sustentabilidade.</p>
<p><strong>2 &#8211; Dividindo o mesmo ambiente</strong></p>
<p>Moradores, plantas, espécies frutíferas, pássaros e abelhas: todos dividindo o mesmo ambiente de maneira equilibrada e próspera. Este é o conceito do sistema sintrópico que foi desenvolvido no Cenário da Montanha. De acordo com Marchiori, a iniciativa busca o potencial máximo de uma floresta. Seja em sua capacidade de produzir alimentos, gerar riquezas e benefícios crescentes tanto para a fauna local quanto para as pessoas que vivem na região. Os ganhos paisagísticos são enormes e duradouros uma vez que o projeto é pensado em longo prazo. “A região se beneficia com a manutenção de uma floresta que vai suavizar os impactos da ação humana. Acreditamos que a agrofloresta do Cenário da Montanha também servirá como estudo de caso para alunos do seu entorno&#8221;, prevê o especialista.</p>
<p><strong>3 &#8211; Quase 50 mil mudas a serem plantadas</strong></p>
<p>Outra ação importante, desta vez destacada pela CEO da Rio8, Mariliza Fontes Pereira, é que a área recuperada pela empresa é bem maior do que a exigida por lei. O terreno do Cenário da Montanha é de quase 288 mil metros quadrados e, pela legislação ambiental, a construtora deveria doar cerca de 600 mudas de árvores nativas, em decorrência da intervenção na vegetação local, e <span id="OBJ_PREFIX_DWT244_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> como reserva florestal aproximadamente 57 mil metros quadrados. “Fomos além disso e, até a entrega de todo o residencial, vamos plantar (e não doar) mais de 17 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica e mais de 30 mil mudas de espécies para adubação verde e produção de alimentos&#8221;, ressalta Mariliza.</p>
<p><strong>4 &#8211; Benefícios à região</strong></p>
<p>Todo esse projeto sustentável do Cenário da Montanha traz muitos benefícios ao local, entre eles a recuperação do ecossistema local, o que aumentará o conforto ambiental da área, o aumento da biodiversidade da fauna e da flora, e o aumento do valor paisagístico da localidade. Entre as espécies nativas da região, além de algumas exóticas que serão adaptadas, estão Guapuruvu, Ipê branco, Pata de Vaca e Cordia, além de amora, abacate, banana, manga, limão, laranja, tangerina e nêspera. &#8220;A Rio8 pensa no condomínio e ao mesmo tempo está alimentando o ecossistema, atingindo assim o potencial máximo do local. Outro detalhe importante é que vamos conseguir esse equilíbrio sem usar agrotóxico&#8221;, observa Marchiori.</p>
<p><strong>5 &#8211; Hidrossemeadura</strong></p>
<p>Acompanhar a evolução de uma obra como a do Cenário da Montanha é muito gratificante não só do ponto de vista da moradia como também das ações para preservar a natureza. Outra atitude que vale muito a pena mostrar é o processo de hidrossemeadura. Bernardo Cunat, consultor de Meio Ambiente da empresa, conta que esse processo, geralmente, é usado em obras maiores como as públicas, mas que, com adaptações, é perfeitamente possível colocar em prática em projetos residenciais. “Com a ajuda de um caminhão, bombeamos o barranco com uma pasta que contém um mix de sementes de diferentes espécies. A mistura é composta ainda por fertilizantes e nutrientes necessários para o desenvolvimento das plantas no local selecionado. Também colocamos um sistema de irrigação que completa esse belo trabalho de reflorestamento”, explica Cunat.</p>
<p>Segundo ele, foram bombeados cerca de 10 mil metros quadrados do empreendimento. Após a colocação da pasta, as plantas levam de 1 a três meses para crescer. Cunat ressalta que a iniciativa tem muitas vantagens. A primeira é o acesso às áreas mais difíceis como aconteceu nesse trecho do Cenário da Montanha que é um talude ou encosta como é mais conhecido. “Então, é possível chegar com a vegetação a pontos que ficariam mais complicados ou que necessitariam de ajuda humana. A <span id="OBJ_PREFIX_DWT245_com_zimbra_date" class="Object" role="link">segunda</span> é a segurança dos funcionários, pois não é preciso que eles fiquem pendurados para fazer o plantio e a conservação. E por fim temos o equilíbrio, já que a pasta contém espécies diferenciadas de plantas, cada uma com as suas especificidades”, diz Cunat.</p>
<p>Gostou de <strong>conhecer as 5 práticas sustentáveis do Cenário da Montanha? </strong>Pois então continue acessando os nossos conteúdos e faça a melhor escolha na hora de comprar um imóvel. Morar com conforto, lazer e segurança em um condomínio que se preocupa com o meio ambiente é possível. Pense nisso!</p>
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		<title>O nosso compromisso é com você</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 14:34:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia do Cliente é comemorado no dia 15 de setembro. A data, criada pelo empresário João Carlos Rego, gaúcho especialista em Marketing e Recursos humanos, tem como objetivo homenagear e ajudar a criar uma relação de fidelidade entre consumidores e comerciantes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia do Cliente é comemorado no dia 15 de setembro. A data, criada pelo empresário João Carlos Rego, gaúcho especialista em Marketing e Recursos humanos, tem como objetivo homenagear e ajudar a criar uma relação de fidelidade entre consumidores e comerciantes. <span id="OBJ_PREFIX_DWT151_com_zimbra_date" class="Object" role="link">Hoje</span>, 14 estados do país já comemoram essa ocasião especial. Para nós da Rio8, todos os dias são das famílias que acreditam em nosso trabalho. Afinal, <a href="https://blog.riooito.com.br/casa-propria-um-marco-de-independencia/">escolher um imóvel para comprar</a> é uma missão muito importante e, nesse sentido, cada projeto desenvolvido é como se fosse o primeiro. E para alcançar a excelência nos resultados, ouvir o cliente é fundamental.</p>
<p>De acordo com Clara Navarro, gerente de Marketing da empresa, o atendimento e o SAC são dois departamentos tão importantes que eles respondem diretamente à CEO da Rio8, Mariliza Fontes Pereira. “Mariliza faz questão de estar por dentro das situações, de ouvir as críticas e as sugestões. Tudo para valorizar o cliente que é o nosso maior patrimônio”, conta Clara. A pesquisa de satisfação, claro, também faz parte desse processo. “Aplicamos os questionários durante a jornada de compra e utilizamos os resultados para aprimorar os nossos serviços. É uma ótima ferramenta”, explica.</p>
<p>Outra forma de estar mais perto dos clientes é promover encontros nos canteiros de obras para mostrar o andamento da construção e tirar dúvidas. “É uma ação que faz muito sucesso porque as pessoas têm a oportunidade de conversar diretamente com a dona da empresa. Isso é muito valioso”, afirma Clara.</p>
<p>Por fim, a gerente de Marketing lembra que promover campanhas é mais uma forma de cativar o interessado. “Durante o ano, criamos ações como descontos, parcelamento do valor da entrada e brindes que possam agregar valor para os clientes. A nossa missão é facilitar ao máximo a aquisição, sempre com segurança e responsabilidade”, observa.</p>
<p>Para você, cliente Rio8, o nosso muito obrigado! Sem você nada disso seria possível. E para quem ainda não conhece os nossos empreendimentos, aqui no blog temos conteúdos bem completos sobre eles. Vale a pena conferir!</p>
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		<title>Casa própria: um marco de independência em 2023</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 14:53:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No mês em que completamos 200 anos da Independência do Brasil, o blog faz uma comparação interessante: conquistar a casa própria é, sem dúvida, um marco na vida das pessoas, sendo um símbolo de liberdade que se traduz em independência, não é mesmo? Saber que o dinheiro está sendo aplicado em algo que é seu não tem preço. Embora o aluguel ainda seja a saída mais viável financeiramente para uma parcela da população, é notório que ter um imóvel é o sonho de todo o brasileiro...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês em que completamos 200 anos da Independência do Brasil, o <a href="https://blog.riooito.com.br/">blog da Rio8</a> faz uma comparação interessante: conquistar a casa própria é, sem dúvida, um marco na vida das pessoas, sendo um símbolo de liberdade que se traduz em independência, não é mesmo? Saber que o dinheiro está sendo aplicado em algo que é seu não tem preço. Embora o aluguel ainda seja a saída mais viável financeiramente para uma parcela da população, é notório que <span id="OBJ_PREFIX_DWT60_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> um imóvel é o sonho de todo o brasileiro. Uma pesquisa do portal Imovelweb, por exemplo, indica que 63,5% dos participantes ouvidos pela plataforma têm a intenção de comprar uma casa ainda este ano. Outros 22,26% pensam em alugar e apenas 14,69% não têm o intuito de mudar.</p>
<p>No caso das unidades pelo programa Casa Verde e Amarela (CVA), uma novidade muito importante que pode ajudar na aquisição é que o interessado já pode se beneficiar do novo prazo de financiamento, que aumentou de 30 para 35 anos, fazendo com que a prestação reduza de 5% a 7,5% para famílias com renda de até R$ 8 mil.</p>
<h2>Qual é a renda para financiar um imóvel pela Caixa?</h2>
<p>De acordo com a Caixa, o limite de renda familiar para o Grupo 2 passou de R$ 4 mil para R$ 4,4 mil e houve aumento de subsídio. Já o Grupo 3 passou de R$ 7 mil para R$ 8 mil. Vale lembrar também que, em março deste ano, o Grupo 1 já havia sido reajustado de R$ 2 mil para R$ 2,4 mil.</p>
<p>Sheila Ferreira, gerente de Vendas da Rio8, comemorou a decisão. “É uma ótima notícia, pois a grande vantagem dos 35 anos é que isso dilui mais o financiamento e as prestações ficam menores. Então, se a pessoa tem uma parcela de R$ 1 mil reais, por exemplo, com a mudança ela pode passar para R$ 600, R$ 700, o que para o bolso é um grande alívio. A decisão aumenta o poder de pagamento do cliente”, explica Sheila.</p>
<p>Muitas famílias estão conseguindo a independência por meio do programa. Para se <span id="OBJ_PREFIX_DWT61_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> ideia, segundo levantamento da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram vendidos 53.776 imóveis pelo CVA no acumulado do ano, uma alta de 8%. Seguindo a curva de crescimento, de janeiro a maio, as vendas de unidades de Médio e Alto Padrão (MAP) continuaram se destacando e cresceram 145,3%, com a comercialização de 19.620 moradias sobre igual período de 2021.</p>
<p>Luiz França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), comenta que, para o brasileiro, a compra do imóvel é vista como uma forma de proteger parte do patrimônio da alta inflacionária e, assim, obter ganhos reais no longo prazo. “As medidas aprovadas pelo governo no programa Casa Verde Amarela também serão importantes para recuperar o poder de compra da baixa renda e devem impulsionar as vendas nesse segmento no segundo semestre”, analisa França.</p>
<p>Se você faz parte do grupo que também quer conquistar a independência comprando um imóvel, saiba que as condições continuam bastante atraentes. A dica de especialistas é pesquisar as ofertas e fazer um planejamento financeiro para saber exatamente o quanto poderá ser investido neste grande sonho. Lembrando que, no caso do financiamento habitacional que é um compromisso de longo prazo, a prestação não pode comprometer mais de 30% da sua renda.</p>
<p>A Rio8 pode ajudar nesta jornada. Aproveite a visita, conheça os empreendimentos da empresa na Região Serrana e em Piabetá e entre em contato conosco. Não perca a chance!</p>
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		<title>O vínculo dos brasileiros com o lar</title>
		<link>https://blog.riooito.com.br/o-vinculo-dos-brasileiros-com-o-lar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[RIO8]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 16:40:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que existe o Dia da Habitação? A data, comemorada no dia 21 de agosto, foi criada em 1964 em homenagem à aprovação da lei do Sistema Financeiro de Habitação e da criação do Banco Nacional da Habitação (BNH). É, sem dúvida, uma celebração importante, afinal, ter uma casa é o sonho de toda família...</p>
<p>O post <a href="https://blog.riooito.com.br/o-vinculo-dos-brasileiros-com-o-lar/">O vínculo dos brasileiros com o lar</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.riooito.com.br">Blog | Riooito Incorporações</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que existe o Dia da Habitação? A data, comemorada no dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT166_com_zimbra_date" class="Object" role="link">21 de agosto</span>, foi criada em 1964 em homenagem à aprovação da lei do Sistema Financeiro de Habitação e da criação do Banco Nacional da Habitação (BNH). É, sem dúvida, uma celebração importante, afinal, <a href="https://blog.riooito.com.br/casa-propria-um-marco-de-independencia/"><span id="OBJ_PREFIX_DWT167_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> uma casa é o sonho de toda família</a>. E para mostrar como o brasileiro se relaciona com o lar, uma pesquisa do portal Imovelweb levantou necessidades, usos e conexões das pessoas com a moradia, com base nas mudanças desencadeadas pela pandemia. O estudo ouviu 3.200 usuários da plataforma de países como Brasil, Argentina, México, Peru, Equador e Panamá.</p>
<p>O levantamento lembra que, antes da consolidação do home office como única alternativa de trabalho durante a crise da Covid-19, a casa muitas vezes era apenas um local de passagem porque o morador vivia mais tempo fora do que dentro do lar, usando o imóvel apenas nos fins de semana. No entanto, com a pandemia, tudo mudou, fazendo com que a decoração e a reforma saíssem do papel. Isso porque estar em um espaço 24 horas por dia levou à necessidade de repensar não apenas o visual como também o conforto.</p>
<p>A pesquisa identificou, por exemplo, que 87% dos pesquisados estão interessados em se mudar para um novo imóvel. Já os 13% restantes consideram válida a opção de renovar a sua casa. As novas necessidades trouxeram desejos para dividir, unir e ampliar espaços e o impacto da transformação do trabalho foi um dos principais fatores. No Brasil, segundo o estudo, 52% dos proprietários, principalmente aqueles que desejam se mudar, querem que esta nova propriedade tenha um jardim, exigência que vem crescendo desde o início da pandemia e que continua sendo uma tendência essencial na nova era do trabalho híbrido. Além disso, 38% dos entrevistados são inquilinos que não têm casa própria e querem ou precisam se mudar. Nesses casos, 29% dos pesquisados consideram o preço do aluguel a maior dificuldade.</p>
<p>Ainda sobre as características exigidas em uma casa, o estudo aponta que os brasileiros priorizam espaços verdes, ambientes mais amplos e segurança, tendências marcadas pela mudança de paradigma que esse novo estilo de vida implicou. Já 21% dos pesquisados procuram um imóvel que tenha quintal ou sacada; 16% uma varanda e 5% um jardim.</p>
<p>Outros requisitos apontados são:</p>
<p>&#8211; Que seja em condomínio (18%);</p>
<p>&#8211; Que seja perto da cidade (13%);</p>
<p>&#8211; Mais metros quadrados (9%);</p>
<p>&#8211; Mais ambientes (7%).</p>
<p><strong>Cozinha é o cômodo mais desejado para reformar</strong></p>
<p>A pesquisa do portal Imovelweb afirma ainda que a cozinha é o local preferido dos brasileiros quando o assunto é reforma (15%). Em seguida, aparecem quartos, banheiros e sala com 11%. Outros cômodos somam 51%. E para buscar inspiração na hora de decorar, a maioria das pessoas usa as redes sociais, como contas do Instagram e Pinterest (45%). Outras ideias podem vir de blogs de decoração (22%), revistas especializadas (21%) e televisão (13%).</p>
<p>São resultados muito interessantes, não é mesmo? A Rio8 tem ciência dessas preferências e está sempre atenta aos desejos de quem deseja comprar um imóvel. Prova disso é que os empreendimentos da empresa na Região Serrana e em Piabetá oferecem grandes áreas verdes, segurança e varandas, além de lazer completo para todos da família. Aproveite a visita e conheça os projetos!</p>
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		<title>Arquitetura para longevidade está em alta</title>
		<link>https://blog.riooito.com.br/arquitetura-para-longevidade-esta-em-alta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[RIO8]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casa própria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desenvolver residenciais que atendam às necessidades de quem tem mais de 60 anos é uma preocupação cada vez maior do mercado imobiliário. A arquitetura para longevidade não pode ser confundida com acessibilidade e um dos maiores desafios é oferecer projetos que contemplem desejos e que tragam autonomia e conforto a este público...</p>
<p>O post <a href="https://blog.riooito.com.br/arquitetura-para-longevidade-esta-em-alta/">Arquitetura para longevidade está em alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.riooito.com.br">Blog | Riooito Incorporações</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver residenciais que atendam às necessidades de quem tem mais de 60 anos é uma preocupação cada vez maior do <a href="https://blog.riooito.com.br/casa-propria-um-marco-de-independencia/">mercado imobiliário</a>. A arquitetura para longevidade não pode ser confundida com acessibilidade e um dos maiores desafios é oferecer projetos que contemplem desejos e que tragam autonomia e conforto a este público. Para saber mais sobre esse assunto relevante, afinal, todos nós queremos envelhecer com qualidade de vida, o blog conversou com Manuel Carvalho, diretor de Projetos da Rio8. Confira:</p>
<p><strong>Blog: Qual a diferença entre arquitetura para longevidade e acessibilidade? São dois termos que podem confundir, certo?</strong></p>
<p>Manuel Carvalho: Sim, os dois termos se confundem, mas se complementam. Uma arquitetura para longevidade vai desde políticas públicas para as cidades até a criação de moradias para este público especifico. O mundo está envelhecendo e o numero de natalidade diminuindo. Portanto, <span id="OBJ_PREFIX_DWT217_com_zimbra_date" class="Object" role="link">hoje</span> as cidades precisam estar preparadas para ações e implementações para este nicho com habilidade e capacidade de transitar pela cidade e ambientes construídos; acessibilidades dos espaços públicos, edifícios e transportes; capacidade de arcar com uma moradia; e segurança. A Terceira Idade é considerada a partir dos 60 anos e os idosos não são iguais, cada um tem uma característica. Então, precisamos analisar e identificar quais atividades do cotidiano ele tem ou não autonomia, e quais atividades usa tecnologia assistiva ou a ajuda de uma pessoa. Ou seja, a arquitetura precisa ser pensada preventivamente para amenizar os riscos e gerar conforto e segurança no dia a dia.</p>
<p>Já a acessibilidade é o conjunto de ações executadas para a inclusão social adotando uma filosofia mundial de modificação da sociedade a fim de abraçar e acomodar as necessidades de todas as pessoas, inclusive das pessoas com deficiência. Neste último caso, elas estão exigindo oportunidades iguais e acesso a todos os recursos da sociedade: educação inclusiva, novas tecnologias, serviços sociais e de saúde, atividades esportivas e de lazer, bens e serviços ao consumidor. O conceito de acessibilidade é descrito na legislação brasileira como a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida”.</p>
<p><strong>Blog: Qual a importância desse movimento do mercado imobiliário de olhar com mais atenção para a Terceira Idade?</strong></p>
<p>MC: Isso é muito importante, pois precisamos <span id="OBJ_PREFIX_DWT218_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> cada vez mais uma arquitetura universal que englobe todas as faixas etárias. É um movimento de inclusão e não de exclusão.</p>
<p><strong>Blog: O que não pode faltar em um empreendimento para este tipo de público? Tanto nas áreas comuns quanto nas unidades?</strong></p>
<p>MC: Com relação às áreas comuns, elas devem ser limpas e agradáveis. Além disso, é preciso <span id="OBJ_PREFIX_DWT219_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> assentos e áreas verdes em quantidade suficiente, com boa manutenção e seguros, pavimentação antiderrapante, livre de obstáculos e exclusivo para pedestres com largura suficiente para passar uma cadeira de rodas, meio fio adaptado para acesso à via de rolamento, segurança externa fornecida por uma boa iluminação, rondas policiais e educação da comunidade, serviços próximos e acessíveis, com atendimento especial tais como filas preferenciais e separadas, boa sinalização fora e dentro das edificações com assentos e banheiros suficientes, elevadores, rampas, escadas acessíveis com piso antiderrapante, e banheiros públicos nas áreas externas e internas com boa manutenção. Nas moradias: iluminação uniforme e bem distribuída, com sensores de movimento, luz de reforço nas áreas de bancadas de cozinha e banheiros, pisos nivelados e antiderrapantes, barras de apoio em banheiros, altura adequada dos moveis, e portas com mínimo de 80 cm de passagem.</p>
<p><strong>Blog: É possível adaptar condomínios mais antigos para a Terceira Idade? Como?</strong></p>
<p>MC: Em muitos casos sim, utilizando recursos que permitam acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida desde disponibilizar cadeiras de rodas nas áreas comuns até adaptações internas nas residências por meio dos itens já listados acima.</p>
<p><strong>Blog: Você acredita que haverá mais projetos específicos para este nicho de cliente?</strong></p>
<p>MC: Sim, com certeza. No Brasil, existem os CoHousing, modelo de residência compartilhada que vem crescendo bastante nos últimos anos. São diferentes casas ou apartamentos, com a inclusão de unidades e áreas extras que são compartilhadas. Um dos exemplos é uma pequena vila toda voltada para os idosos. Na área habitacional de interesse social temos o Programa Casa Verde e Amarela (faixa 1) em que todos os apartamentos devem ser acessíveis, ou seja, que deem possibilidades para o proprietário fazer adaptação do banheiro no futuro, caso necessite por motivo de mobilidade utilizar barras e cadeiras para banho, principalmente porque essa faixa é carente financeiramente e pode não <span id="OBJ_PREFIX_DWT220_com_zimbra_date" class="Object" role="link">ter</span> possibilidade de nova aquisição de imóvel.</p>
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